Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

14 Dezembro 2007
Portugal é o segundo pais da Europa Ocidental com maior consumo de anti-depressivos. Dados do Instituto da Farmácia e Medicamento indicam que, nos últimos cinco anos, este consumo aumentou 45 por cento. A ONU considera que há motivos para preocupação e alertou as autoridades portuguesas.

São recomendações do organismo das Nações Unidas que controla e fiscaliza os estupefacientes. No seu relatório anual, Portugal aparece como o segundo país da Europa onde se consome mais drogas legais, logo a seguir à Irlanda.

A ONU diz que não se conhecem as razões para este consumo tão elevado mas admite a possibilidade de haver um desvio de medicamentos do mercado legal para o mercado ilícito.

Os medicamentos «desviados» contêm substâncias activas do grupo dos sedativos hipnóticos. Por isso, a ONU recomenda ao Governo português que fiscalize a distribuição dos produtos farmacêuticos, bem como a prescrição das benzodiezepinas, ou seja os tranquilizantes e indutores de sono.

O relatório da ONU remete ainda para um documento de 2001, no qual se aconselha uma formação específica aos profissionais de saúde que prescrevem este tipo de medicamentos.

Entre outras recomendações, os tranquilizantes e indutores de sono, devem ser tomados em pequenas doses e por pouco tempo.

Em Portugal, o consumo de anti-depressivos aumentou 45 por cento nos últimos cinco anos. O jornal «Público», que revela os dados a partir de um estudo do Infarmed, escreve que as regiões do Norte e Vale do Tejo são as regiões de Portugal onde o consumo mais subiu.

Um especialista, citado pelo jornal, avisa que o consumo de anti-depressivos em Portugal é já um problema de saúde pública.

Fonte: TSF

Eu não sou médica e esta é só a minha opinião, mas penso que infelizmente a toma destes medicamentos esteja demasiado vulgarizada. Hoje em dia, basta terem dificuldades em dormir duas noites e já se fala em insónias e depressões; corre-se à farmácia mais próxima para se comprar um medicamento para dormir e esse medicamento é vendido mesmo sem receita. Embora estes medicamentos sejam para serem tomados em curtos períodos de tempo, conheço muita gente que os toma durante anos consecutivos e já criou habituação! Mesmo nos hospitais e centros de saúde a prescrição dos ditos é rotineira. Aconteceu-me recorrer a um médico por cauda de uma tosse que insistia em não passar e imediatamente foi-me dito que a mesma era de origem nervosa e receitaram-me xanax!
angelasoeiro a 20 de Dezembro de 2007 às 17:06

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