Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

29 Abril 2008


A dor das mulheres é subvalorizada em relação à dos homens, sendo considerada menos genuína e grave pelos profissionais de saúde, principalmente pelos profissionais do sexo masculino, segundo um estudo do ISCTE divulgado hoje.

O estudo, realizado a 205 estudantes de enfermagem e concluído no final do ano passado, mostra que a dor das pacientes do sexo feminino é julgada como menos genuína e a sua situação clínica considerada menos grave e urgente que a do homem.

"O projecto partiu de constatações de outros estudos que mostravam que as mulheres relatavam sentir mais dores que os homens e que a sua dor era mais vezes sub-diagnosticada que a dos homens", explicou Sónia Bernardes, investigadora no Centro de Investigação e Intervenção Social no ISCTE e autora do estudo "Os enviesamentos de sexo nos julgamentos sobre dor lombálgica".

No entanto, só com este estudo se percebeu quais os factores que podem influenciar a apreciação da dor dos pacientes, nomeadamente em que medida o tipo de dor, a forma como o doente apresenta a sua dor e o sexo de quem julga influenciam a ocorrência de enviesamentos de sexo nos julgamentos. A investigadora chegou à conclusão de que "a dor da paciente do sexo feminino é julgada como menos genuína e a sua situação clínica como menos grave e urgente que a do homem" em contextos de dor aguda e de curta duração ou na ausência de manifestações explícitas de ansiedade.

Contenção das mulheres dificulta diagnóstico

"Espera-se que as mulheres sejam mais expressivas e quando não apresentam sintomas de ansiedade e agem de forma controlada sem recorrer muito aos profissionais de saúde acabam por ser subvalorizadas", explicou Sónia Bernardes. O estudo concluiu ainda que os estudantes de enfermagem do sexo masculino fazem mais enviesamentos de sexo nos julgamentos sobre a genuinidade da dor do que as estudantes do sexo feminino.

Perante estas conclusões, Sónia Bernardes sublinha que "as evidências mostram que embora as mulheres reportem sentir mais dores que os homens ao longo das suas vidas, as suas dores são frequentemente desvalorizadas, sub-diagnosticadas ou sub-tratadas comparativamente com as do sexo masculino".

Este estudo é um dos últimos da tese de doutoramento que começou há cerca de quatro anos e que deverá ser entregue ainda este verão. O estudo está enquadrado num projecto de investigação mais amplo financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Fonte: Público
publicado por Hugo Jorge às 15:50
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24 Abril 2008

Foto by: Zara

Descobri no jornal inglês Daily Mail que a prática de actividade física (fazer jogging e/ou andar de bicicleta) na meia idade pode atrasar o envelhecimento em 12 anos.


Foto by: Copenhagen Cycle Chic

Cada vez se fala mais dos efeitos e benefícios psicológicos da actividade física:

a) redução no estado de ansiedade;
b) redução do nível de depressão ligeira ou moderada ou complemento para o tratamento profissional da depressão severa;
c) o reduções de neuroticismo e ansiedade;
d) redução dos níveis de stress;
e) efeitos emocionais benéficos, em todas as idades e em ambos os sexos.

Via: Psico Desporto

Na minha prática profissional costumo fazer esta recomendação. Recebo com frequência feedbacks positivos.
publicado por Hugo Jorge às 14:58

24 Abril 2008
Mulheres jovens, solteiras, com menos anos de educação ou dificuldade em controlar impulsos são o grupo mais comum de pessoas que pensa em suicidar-se ou tenta o suicídio, revela uma pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Segundo a BBC Brasil, o estudo foi realizado com quase 85 mil entrevistados em 17 países e publicado na edição de Fevereiro do British Journal of Psychiatry.

Em média, 9,2 por cento dos entrevistados disseram ter pensado seriamente em suicidar-se e 2,7 por cento afirmaram ter tentado pôr fim à própria vida, em algum momento. Das pessoas que pensaram em cometer suicídio, 29 por cento chegaram a tentar, revela o trabalho.

«A pesquisa sugere que pensar em suicídio e comportar-se como suicida são mais comuns do que se pensa. Os principais factores de risco para esses comportamentos são bastante consistentes em diversos países do mundo», disse o coordenador do projecto, o professor de Psicologia da Faculdade de Artes e Ciências em Harvard, Matthew Nock.

As estatísticas variaram de país para país - a ocorrência de pensamentos suicidas, por exemplo, ficou entre 3,1 por cento na China e 15,9 por cento na Nova Zelândia - mas os pesquisadores atribuíram esta diferença a «padrões culturais», que podem ter influído na decisão dos entrevistados de manter sigilo sobre as intenções suicidas.

Impulsividade

O estudo revelou que a impulsividade é um factor crucial para diferenciar entre as pessoas que apenas pensam em suicídio e as que de facto tentam o suicídio.

Das que pensam em acabar com a própria vida, as taxas mais altas de tentativas não foram registadas entre as pessoas com depressão ou outros problemas de variações drásticas de humor, mas sim entre aquelas que abusavam do consumo de drogas ou apresentavam desordem no controlo de impulsos.

Os factores de risco incluíram mulheres jovens - sobretudo adolescentes ou no início da vida adulta -, solteiras, com menos anos de educação formal e dificuldade de controlar os seus impulsos.

«Em geral, achamos que os pensamentos e comportamentos suicidas ocorrem mais em pessoas que estão deprimidas. Mas em todos os países, descobrimos que não é apenas a depressão que aumenta o risco de comportamento suicida. Problemas de controlo, uso de substâncias e ansiedade estão muito mais associados ao risco de pensamentos e tentativas de suicídio», disse Nock.

Fonte: IOL Diário
publicado por Hugo Jorge às 14:39

22 Abril 2008


Uma nova perspectiva sobre o ambiente, a sociedade e o consumo.

Um filme que irá mudar para sempre a forma como as pessoas vêm o consumo e os produtos.

Este documentário é um alerta importante para todos os consumidores.

Veja A História das Coisas

20 Abril 2008


Idosos da Santa Casa de Misericórdia de Barcelos têm-se deslocado ao Horto Municipal de Esposende, desenvolveu acções de Horticultura Terapêutica, inserida no Programa Ambiente Sénior da Autarquia. Além da visita ao Horto Municipal, os idosos realizam algumas plantações em floreiras que lhes foram depois oferecidas, possibilitando que possam, no lar, dar continuidade à iniciativa desenvolvida.

O Projecto de Horticultura Terapêutica caracteriza-se por um conjunto de programas de terapia e reabilitação, que se traduzem em actividades como a jardinagem e o contacto com o mundo natural e com as plantas. Tendo como grupos alvo os idosos, os jovens com deficiência mental, os jovens inseridos nos currículos alternativos e as utentes da Comunidade de Inserção Social de Esposende, o projecto pretende, através do trabalho com as plantas e com a natureza, que os participantes melhorarem e/ou recuperem competências emocionais, sociais, cognitivas e físicas.

As actividades desenvolvem-se na Quinta do Paiva, em Marinhas, sendo criados vários grupos de trabalho em função das diferentes características e interesses, potenciando-se a criação de actividades que permitam a eliminação de algumas barreiras sociais, físicas e psicológicas existentes.

Com base nos resultados alcançados, conclui-se que as actividades têm contribuído para o bem-estar físico e psíquico das pessoas envolvidas, verificando-se uma redução da ansiedade, stress e um aumento do sentido de pertença. A Horticultura Terapêutica tem também potenciado o aumento da auto-estima, a valorização pessoal, a aquisição de regras de trabalho em grupo, a aquisição de novos conhecimentos, o aumento da consciência ambiental e social, fomentando-se assim um aumento da qualidade de vida dos participantes.

Fonte: JN e Esposende Online

Descubra mais sobre Horticultura Terapêutica e Hortas Urbanas:

Projecto de Horticultura Terapêutica envolveu 3000 participantes

O que há de terapêutico na Horticultura? (em inglês)

Hortas Urbanas - Vídeo Terra Alerta da SIC

E exemplos menos positivos:

CRIL arrasa hortas sociais
publicado por Hugo Jorge às 10:32

17 Abril 2008


Patologias de âmbito psicológico podem ser responsáveis por problemas de voz, afirmou Mafalda Andrea, psicóloga da equipa interdisciplinar do Departamento de Otorrinolaringologia, Voz e Perturbações da Comunicação do Hospital de Santa Maria (OVCHSM), Lisboa. "O processo normal é virem às consultas do otorrino com uma queixa de voz, onde percebem que não existe nenhuma lesão nas cordas vocais. Há uma avaliação psicológica e a partir daí inicia-se todo o processo de psicoterapia", referiu Mafalda Andrea à Lusa. "As pessoas valorizam imenso a voz. Se pensarmos, a voz desempenha dois papéis essenciais, [um] ao nível da comunicação (os nossos pensamentos, sentimentos, ideias, projectos) e também pode servir um pouco como o nosso barómetro emocional. Através da voz, os outros conseguem aceder ao nosso estado. 'O que se passa contigo? Há qualquer coisa na tua voz?!', são expressões frequentes", assinalou aquela psicóloga.

Fonte: JN
publicado por Hugo Jorge às 10:10

17 Abril 2008


publicado por Hugo Jorge às 00:27
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17 Abril 2008


A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa aprovou esta quarta-feira uma resolução em que expressa inquietação por a sociedade subestimar o número de suicídios de adolescentes, entre os 11 e os 24 anos, que afecta anualmente dezenas de milhar de jovens, noticia a agência Lusa.

A resolução, aprovada por unanimidade de 29 votos, destaca a influência da violência física, psíquica e económica, assim como a discriminação religiosa, étnica ou sexual, que pode levar um adolescente a tomar essa decisão.

Segundo o relatório, intitulado «O suicídio de crianças e adolescentes na Europa: um grave problema de saúde pública» debatido pelo Plenário, 15 por cento de adolescentes que fizeram uma tentativa de suicídio são reincidentes e 75 por cento não são hospitalizados.

O texto também manifesta a sua preocupação com a «taxa particularmente mais elevada de suicídio de jovens lésbicas, homossexuais, bissexuais e transsexuais» face à constatada entre os restantes jovens.

A Assembleia incide no perigo que representa uma «má utilização da Internet», onde se encontram espaços que fazem a apologia do suicídio.

«É preciso escutar e entender»

Para prevenir esta situação, a Câmara convida os 47 Estados membros a converter este assunto numa prioridade política, a prevenir a violência e intimidação escolar, a converter o suicídio numa disciplina de estudo e a combater o abuso de estupefacientes e álcool entre os menores.

Exorta ainda a lutar contra a «prática desumana» dos casamentos forçados e a homofobia, e a alargar o apoio psicológico e social.

Segundo o relator do documento, o legislador monegasco Bernard Marquet, este é um «assunto tabu», em que é preciso que «a sociedade saiba escutar e entender».

Marquet afirmou que o suicídio de raparigas costuma estar relacionado com uma violação, abusos sexuais ou a ruptura de uma relação e advertiu os pais «que não querem falar do tema e ocultam as circunstâncias» em que ocorre o suicídio.

Fonte: IOL Diário
publicado por Hugo Jorge às 00:08

14 Abril 2008
Universidade Autónoma de Lisboa
Departamento de Psicologia e Sociologia

Ciclo de Conferências às Quintas
 
17 de Abril 2008
 
"O Casal e a Família nos Dias de Hoje "
 
Prof. Doutor Pierre Tap
 
Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Toulouse Le Mirail
Docente do Curso de Psicologia da UAL
Membro do CIP - Centro de Investigação em Psicologia da Universidade Autónoma de Lisboa
 
Mini Auditório da UAL
Rua de Santa Marta, 56
18h00
 
Entrada Livre
publicado por Hugo Jorge às 21:56

09 Abril 2008


Estratégias de comunicação com os clientes e técnicas para evitar o desgaste profissional

Como devemos abordar temas como a eutanásia de um animal de companhia ou uma doença incurável?
Como fazer a abordagem se houver uma criança na sala?

Sabia que os profissionais de veterinária estão no ranking mundial das profissões com maior índice de depressões e ansiedade?


Para todos os profissionais da Veterinária

19 de Abril 2008

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Lisboa

Poster/Programa do curso

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