Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

03 Fevereiro 2009

 

Onde é a minha casa? É um bom princípio para qualquer um de nós. Na realidade, é o princípio, quando nos damos conta que falta alguma coisa. Não sabemos o quê. É um mistério. Contudo temos esta sensação, há uma espécie de acordar para o que poderíamos chamar espiritualidade, ou apenas consciencialização, e começamos à procura do que falta, sem mesmo saber o que é. A mente desperta está sempre a enviar-nos uma espécie de sinal. A mente desperta, ou o que quer que lhe queiramos chamar, está sempre a tentar emergir, a chamar-nos de volta a casa. Alguém disse que o nosso único mal, são as saudades, e que temos saudades porque não estamos em casa; e contudo, claro, seja onde for que estejamos, estamos em casa. Mas não o sentimos; sentimo-nos alienados da nossa própria casa e de nós mesmos. Penso que uma das coisas que sempre procuramos, é perceber como estar em casa seja onde for que estejamos, como estar em casa no nosso próprio corpo, como estar em casa em nós mesmos. É como um instinto “caseiro”. Somos como o pombo-correio que parece sempre ter este extraordinária habilidade de saber como encontrar o caminho para casa.

 

Do livro Big Mind, Big Heart, de Genpo Roshi, tradução de Margarida Cardoso

publicado por Hugo Jorge às 13:28

03 Fevereiro 2009

 

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era  uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.


De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!


Nesse instante, o génio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
É simples - respondeu Einstein - não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

'Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos'.


Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança (Albert Einstein).


Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

publicado por Hugo Jorge às 12:47

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