Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

05 Agosto 2008


Em Moçambique existe um número cada vez maior de pessoas expatriadas, as quais trabalham em ONG's, em empresas, em instituições religiosas ou em representações diplomáticas estrangeiras

 

Estas pessoas encontram-se na maioria dos casos afastadas das suas famílias, dos seus amigos e num país com hábitos diferentes. É frequente sentirem-se sozinhas, desesperadas, com vontade de desistir do que estão a fazer e regressarem aos seus países de origem. Sentem falta da sua rede social que é essencial ao seu bem-estar.

 

Acrescenta-se o facto de algumas profissões serem física e psicologicamente desgastantes, o contexto ser adverso, o que pode levar ao burnout e à fadiga por compaixão. Já havia escrito sobre estas suas problemáticas e recomendo a leitura das mesmas.

Esta semana estive em Maputo e pude presenciar e sentir isso.

Viver, trabalhar e instalar-se num país estrangeiro pode ser por vezes bastante frustrante e causador de stress, resultando frequentemente em sentimentos de solidão, isolamento e uma diminuição da auto-estima. O stress de estar na condição de expatriado pode facilitar a manifestação de situações emocionais não resolvidas.

 

O aconselhamento psicológico e a psicoterapia oferece ao expatriado a possibilidade de expressar as suas frustrações e descobrir recursos internos para lidar com as dificuldades de novo país de acolhimento e trabalho, assuntos culturais e os problemas resultantes de estar afastado de casa.

publicado por Hugo Jorge às 16:50

bom, esta questão de facto é delicada, tenho acompanhado um programa num desses canais da DStv chamado\"presos no estrangeiro\" onde mostram depoimentos de pessoas que viajam para fora do seu país d origem e por um motivo kualker cometem um delito ou mexmo por asar,são presos e ficam por lá, é triste ver e ouvir o k eles contam, imaginem só, xtar fora do paìs e ainda ser preso e ficar numa cadeia sem ninguém pa visitar nem nada, o tempo kuase k n passa,em fim, pa dizer k d facto existe uma necessidade de nos apoiar-mos uns aos outros e a ùnica maneira d fazer isso acontecer é fazendo novas amizades onde quer k a gente esteja.
Sónia Manuel a 25 de Abril de 2010 às 22:15

Olá Sónia, obrigado pelo comentário.
Hugo Jorge a 14 de Maio de 2010 às 04:09

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