Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

18 Outubro 2007
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) com mais animais de estimação. A taxa portuguesa encontra-se entre as mais elevadas da Europa, já que em cerca de 3,5 milhões de agregados familiares existe um animal doméstico.

Em cerca de 40% destes lares portugueses há um cão e em 20% um gato.

Leia o artigo anteriormente publicado neste blog sobre a Interacção Humanos-Animais e descubra os benefícios de ter um animal de companhia.
publicado por Hugo Jorge às 15:35

17 Outubro 2007
O termo doença terminal é utilizado para designar qualquer doença crónica em um estágio avançado, geralmente com insuficiência de órgãos-alvo e iminência de morte. O paciente nesse estágio é chamado de paciente terminal e a ele são oferecidos cuidados paliativos (temporários) para melhorar a expectativa e/ou a qualidade de vida.

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A morte exerce no ser humano um misto de fascínio e medo. É uma vivência singular que tem sofrido alterações ao longo dos tempos. Tem variado de sociedade para sociedade, de cultura para cultura, de família para família e de indivíduo para indivíduo. A morte é sempre um acontecimento que perturba a vida do Homem, na medida em que representa o desconhecido e a nossa finitude.

A morte é um acontecimento com o qual os profissionais de saúde se confrontam no dia a dia. Devido à natureza dos seus cuidados, o enfermeiro é um dos profissionais de saúde que vivencia mais directa e imediatamente o processo de morte de alguém.

Embora a evolução da medicina e o progresso tecnológico sejam uma realidade, chega sempre o momento em que nos aproximamos da última etapa do ciclo de vida, a morte. Na morte anunciada, o caminho a percorrer é irrepetível, algumas vezes difícil e doloroso podendo passar por várias etapas e desencadear diferentes reacções. Ao ser diagnosticada uma doença terminal, a pessoa é submetida a um período particularmente difícil da sua existência, que corresponde à fase terminal da vida.

Fonte: Ordem dos Enfermeiros

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A AMARA é uma associação sem fins lucrativos que se propõe contribuir para o acompanhamento das pessoas em fim de vida e das suas famílias de forma a proporcionar-lhes mais dignidade e serenidade na vida e na morte. A AMARA empenha-se também em contribuir para modificar a visão que a sociedade tem da morte, ajudando a que esta seja encarada de forma mais natural.

Descubra mais sobre a AMARA
publicado por Hugo Jorge às 15:35

16 Outubro 2007
Tu e eu temos um relacionamento a que dou valor e quero manter.

No entanto, cada um de nós é uma pessoa, diferente, com necessidades únicas e com o direito de satisfazer essas necessidades. Quando estiveres com dificuldade em satisfazer as tuas necessidades, eu tentarei ouvir-te e aceitar-te verdadeiramente para facilitar o encontrares as tuas próprias soluções, em vez de dependeres das minhas.

Eu também respeitarei o direito de escolheres as tuas próprias crenças e desenvolveres os teus próprios valores, ainda que diferentes dos meus.

No entanto, quando o teu comportamento interferir com aquilo que eu preciso de fazer para satisfazer as minhas próprias necessidades, eu dir-te-ei aberta e honestamente, como ele me afecta, confiando que respeites as minhas necessidades e sentimentos o suficiente para tentar mudar esse comportamento inaceitável para mim.

Também espero que, sempre que o meu comportamento for inaceitável para ti, mo digas aberta e honestamente, para que assim eu o tente mudar. Nessa altura, quando descobrirmos que nenhum de nós consegue mudar para satisfazer as necessidades do outro, vamos reconhecer que temos um conflito e comprometer-nos a resolvê-lo sem que nenhum de nós recorra ao uso do poder ou autoridade para ganhar á custa do outro perder.
Eu respeito as tuas necessidades mas também preciso de respeitar as minhas. Por isso, vamos sempre esforçar-nos por encontrar uma solução que seja aceitável para nós os dois.

As tuas necessidades serão satisfeitas, e as minhas também - nenhum de nós perderá - ambos ganharemo
s. Desta maneira, tu podes continuar a desenvolver-te como pessoa, através da satisfação das tuas necessidades, e eu também.

Assim, o nosso relacionamento pode ser saudável, e nele ambos nos podemos empenhar para nos tornarmos naquilo que somos capazes de ser. Poderemos, assim, continuar o nosso relacionamento no respeito mútuo, com amor e paz.
publicado por Hugo Jorge às 15:34

12 Outubro 2007
Reality is what we bump into.

La réalité c'est ce contre lequel on se cogne

Jacques Lacan
publicado por Hugo Jorge às 15:33

12 Outubro 2007
Pessoas que voltam a um tipo de trabalho stressante após um ataque de coração apresentam uma probabilidade maior de sofrer um segundo ataque, comparativamente com as que levam um trabalho menos stressante.

O estudo foi efectuado por investigadores canadianos, após uma análise detalhada sobre 1000 pacientes. Durante seis anos, mais de 200 destes indivíduos voltaram a ter problemas de coração, sendo que aqueles que tinham um tipo de trabalho mais desgastante apresentavam maiores indícios de recaída.

Segundo o Journal of the American Medical Association, o stress relacionado com o trabalho prende-se com ter uma elevada pressão em termos de carga de trabalho, mas poucos ou nenhuns poderes de decisão relativamente a tarefas a desenvolver.

Diversos estudos sobre a ligação entre o stress do trabalho e ataques de coração já haviam sido conduzidos anteriormente, mas os investigadores da Laval University, no Quebec, Canadá, afirmaram que pouco era sabido sobre a ligação entre estes dois factores.

Apesar da necessidade de serem efectuados mais estudos, estes resultados devem ser tomados em conta, não só pelos médicos cardiologistas, mas também pelas entidades empregadoras, de forma a reduzir o stress provocado pelo trabalho, especialmente após um ataque cardíaco.

"É sabido que a probabilidade de uma pessoa sentir stress é maior quando têm dificuldades em controlar a sua situação laboral", afirma June Davison, uma enfermeira do departamento de cardiologia na British Heart Fundation. "Precisamos continuar com estas pesquisas para compreender melhor a forma como o stress afecta o coração e a circulação. Entretanto, podemos ajudar-nos mutuamente através do reconhecimento de como o stress afecta as pessoas, e aprender a lidar com as situações desgastantes que ele provoca", concluiu Davison.

Fonte: Farmácia.Com.Pt
publicado por Hugo Jorge às 15:32

11 Outubro 2007
As doenças psiquiátricas afectam, anualmente, cerca de um milhão de portugueses. O director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alerta para o facto de se tratar de um problema de saúde pública grave, para o qual falta, muitas vezes, o apoio necessário, nomeadamente a nível psicossocial.

As doenças psiquiátricas afectam anualmente cerca de um milhão de portugueses. Os dados são avançados no Dia Mundial da saúde Mental.

Ouvido pela TSF, o director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alertou para o facto de as doenças psiquiátricas afectarem muitos portugueses, constituindo mesmo um problema de saúde pública grave.

«Todos os anos, teremos mais de um milhão de pessoas com doenças psiquiátricas diagnosticadas», afirmou Caldas de Almeida, destacando as «perturbações de ansiedade e depressão».

O responsável apontou ainda outros problemas de saúde pública «graves», embora menos frequentes, como é o caso das «psicoses, esquizofrenia, a doença bipolar, assim como os problemas ligados ao abuso de álcool e drogas».

Apesar do número elevado de doenças psiquiátricas, há doentes que não têm a ajuda necessária, conforme explicou Caldas de Almeida.

«Comparando com os países europeus, os estudos revelam que Portugal não está numa situação brilhante», alertou, acrescentando que «em termos de apoio clínico, a qualidade dos serviços portugueses é praticamente equivalente à dos outros países».

No entanto, sublinhou, «quando falamos de apoios e cuidados a nível psicossocial, sobretudo o apoio à família, à reabilitação, ao acompanhamento de pessoas com doenças crónicas, Portugal fica muito atrás dos outros países».

Fonte: TSF On-line - 10.10.2007
publicado por Hugo Jorge às 15:31

11 Outubro 2007
A preocupação não realiza nada. Mesmo se nos preocuparmos dez vezes mais, isso não melhorará em nada a situação do mundo. Na verdade, a ansiedade só faz piorar as coisas. Mesmo sabendo que nada é como gostaríamos que fosse, devemos ficar contentes mesmo assim, por que estamos dando o nosso melhor, e continuaremos a fazer isso. Se não soubermos respirar, sorrir e viver com atenção e profundidade cada momento da nossa vida, nunca poderemos ajudar ninguém. Sou feliz agora. Não me falta nada. Não espero nenhum tipo de felicidade adicional nem condições ideais para poder ser mais feliz ainda.

Thich Nhat Hanh
publicado por Hugo Jorge às 15:30

10 Outubro 2007
É científico. Um estudo da universidade norte-americana do Indiana revela que cerca de 61% das mulheres determina as potencialidades de futuro num relacionamento logo no primeiro beijo. A mesma investigação, conduzida por uma equipa de psicólogos, concluí que o ser humano continua a reagir como na pré-história no momento de escolher o seu parceiro. As mulheres têm como prioridade a segurança. Os homens a beleza física.

Dedicação e empenho é tudo o que se pede na primeira abordagem. Isto tendo em conta que as estatísticas vem confirmar aquilo que as mulheres há muito já anunciavam: o primeiro beijo vale tudo! Beleza física parece não ser assim tão determinante para o sexo feminino, mas o beijo, esse sim, revela tudo sobre o parceiro.

E segundo a Universidade do Indiana, as mulheres dão-lhe tanta importância que um mau primeiro beijo pode, se traduzido em palavras, ter o significado de um "adeusinho, até nunca mais". E esta parece ser uma daquelas situações em que para 61% do público feminino, não há mesmo segundas oportunidades.

Ler notícia completa

Fonte: Expresso
publicado por Hugo Jorge às 15:33
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10 Outubro 2007
As perturbações psiquiátricas são muito diversas nas suas manifestações, tanto nas vivências como nos comportamentos. Receios irracionais vividos com grande dramatismo, estados de tristeza intensa e profundo desânimo, experiências fora do normal, estranhas para o próprio e para os outros, revelam a complexidade da mente humana e a sua fragilidade.

O Dia Mundial da Saúde Mental tem uma data no calendário – 10 de Outubro. Com o intuito de não ignorar o referido dia, quisemos saber quais as doenças do foro psíquico mais comuns no nosso País. Descubra quais e saiba mais sobre o que mais perturba as mentes portuguesas...

Depressão - Há vários tipos de depressão, que diferem nas causas, manifestações, gravidade e evolução. No entanto, podem encontrar--se factores comuns biopsicossociais, em diferente proporção, em todas as formas de depressão.

Segundo o director do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Júlio de Matos, Dr. José Manuel Jara, «nos estados depressivos há uma diminuição significativa do ânimo e do estado do humor, em desproporção com as circunstâncias, tanto na intensidade como na duração dos sintomas».

Além da diminuição do humor, caracterizada pela tristeza e desânimo, contam--se também a perda de interesse e prazer e uma diminuição da energia, com fadiga e lentificação.

Outros sintomas frequentes são a diminuição da auto-estima, do desejo sexual, as ideias de culpa exageradas e o pessimismo. O doente passa, ainda, por uma diminuição da concentração e memória, por alterações do apetite e do peso, bem como por alterações do sono. As ideias e actos de suicídio também fazem parte da sintomatologia depressiva, sendo este um aspecto da maior importância e maior risco, a que, quer a família, quer o médico ou o próprio paciente devem estar atentos. Para cada pessoa pode haver sinais mais típicos no início da depressão.

Esquizofrenia - A esquizofrenia é uma doença com sintomas mentais que abrangem a percepção, o pensamento, a vontade, os afectos e as emoções, de um modo qualitativamente diferente da psicologia normal.

O doente passa por experiências estranhas e bizarras, que vão desde o sentir-se o centro do mundo, ao ouvir vozes que levam o doente para um mundo imaginário povoado por «outros», passando pelas ideias muito fora da realidade, que defende com forte convicção. Estes sintomas contrastam com outros, designados «negativos», menos visíveis, mas muito incapacitantes, como a perda da vontade e do contacto afectivo, empobrecimento do pensamento e da linguagem.

Durante as fases agudas, a pessoa pode sentir um medo intenso, ficar agitada ou ficar imóvel e alheia e, por vezes, ter comportamentos agressivos.

Devido à gravidade da perturbação mental, o indivíduo isola-se e fica desadaptado nas relações humanas e na capacidade de lidar com a vida.

Ansiedade - A ansiedade corresponde a uma reacção emocional extremamente comum.

José Manuel Jara considera que estar ansioso no sentido psicológico é reagir com activação emocional para melhorar a resposta numa situação de maior exigência, com risco de falhar. Esta reacção faz--se «com aumento da atenção e concentração e outros parâmetros biológicos neurovegetativos, como o aumento do tónus muscular ou o aumento do ritmo cardíaco».

Até um certo nível, esta activação psicobiológica é benéfica, na medida em que melhora a performance adaptativa numa situação de dificuldade. No entanto, a ansiedade torna-se patológica se exceder esse nível e funcionar com desgaste emocional improdutivo.

José Manuel Jara adverte que «será errado banalizar a ansiedade patológica como se fosse benigna, sem consequências, quase um modo de ser e estar na vida».

A ansiedade pode corresponder a uma perturbação emocional de adaptação ao stress ou a um conflito. Pode, também, ser expressão de um traço de personalidade, que se acentua a partir de uma certa fase da vida, com sintomas frequentes de preocupação e de receios por tudo. Pode, ainda, manifestar-se sob a forma de crises repetidas de pânico, com o medo súbito de morrer ou perder o controlo: resulta muitas vezes em medo de sair de casa, andar em transportes ou viajar.

Outras situações clínicas há em que a ansiedade se manifesta sobretudo na esfera da relação social, com inibição de contactos e grande mal-estar na relação social. E outras, como o stress pós-traumático, com o reviver intenso da experiência do trauma agudo, acidente, catástrofe, violência…

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Fonte: Médicos de Portugal
publicado por Hugo Jorge às 15:28

09 Outubro 2007
Most people are in a constant state of struggle with themselves. Tremendously burdened by the past and in constant anticipation of the future, most human beings are rarely able to be fully present for more than very brief moments. The tremendous openness and intimacy that is required to be fully present is beyond most people's ability to sustain for more than a few moments before they habitually contract back into the familiar condition of separateness and struggle that so characterizes the human condition. This constant state of struggle manifests as a compulsive and addictive relationship to the movement of thought, emotion, and time.

Adyashanty

A maioria das pessoas encontra-se num estado de constante conflito consigo mesmas. Tremendamente carregadas pelo seu passado e numa antecipação constante do futuro, raramente conseguem estar plenamente presentes por mais do que breves momentos. A enorme abertura e intimidade que são exigidas para estar plenamente presente e consciente em cada momento estão para além da capacidade da maioria de pessoas, as quais apenas o conseguem por breves momentos, antes de voltarem à sua condição habitual de separação e conflito que tanto caracteriza a condição humana. Este estado constante de luta interna manifesta-se em relacionamentos compulsivos e aditivos no movimento do pensamento, da emoção e do tempo.
publicado por Hugo Jorge às 15:28

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