Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

13 Novembro 2007
O stress atinge maioritariamente os professores, uma situação que se fica sobretudo a dever à indisciplina dos alunos, que tem aumentado bastante nos últimos anos.

O professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, João Amado, e autor de obras sobre indisciplina, revela que «a escola reflecte o que se passa na sociedade, que também tem estado mais violenta».

Actualmente, sabe-se que o ministério da Educação não dispõe ainda de dados concretos sobre indisciplina, mantendo apenas uma pequena abordagem sobre violência no espaço escolar, um relatório relativo a 2006/2007 que será apresentado publicamente no final do mês.

Citado pelo Diário de Notícias, João Sebastião, presidente do Observatório da Segurança Escolar, lamenta, no entanto, que ainda não seja possível contabilizar os incidentes de indisciplina.

Recorde-se que o novo Estatuto do Aluno, alterado recentemente pelo Governo, pretende reforçar a autoridade dos docentes a fim de minimizar a problemática da violência e indisciplina nas escolas portuguesas.

Fonte: Fábrica de Conteúdos
publicado por Hugo Jorge às 18:23

13 Novembro 2007
Os países com o Produto Interno Bruto mais elevado e os países mais pobres têm uma taxa de incidência mais alta de casos de bullying em contexto escolar, quando comparados com os países ‘medianos’, como Portugal.

A professora e investigadora Susana Carvalhosa, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada e da Universidade de Bergen (Noruega), comparou os dados de vários países e concluiu que a taxa de bullying (violência física e psicológica, de forma continuada) é mais alta nos extremos – nos países mais ricos e nos mais pobres. A investigadora, uma das oradoras do seminário ‘Bullying, Violência e Agressividade em Contexto Escolar’, que decorreu em Lisboa, apresentou como justificação para este dado o facto de nos países mais ricos estar enraizada a cultura da “competitividade, de se ser sempre o primeiro, o melhor”, enquanto nos países pobres a elevada incidência de bullying se deve a questões de “sobrevivência entre os alunos”. Portugal ocupa o meio da tabela, pelo que é provável que, com o aumento do PIB, possa subir a taxa de incidência dos casos de bullying.

O seminário reuniu dezenas de profissionais de várias áreas na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (FPCE–UL). Raquel Raimundo, presidente da Associação de Antigos Alunos da Faculdade de Psicologia, organizadora do encontro, explicou ao CM que o objectivo do encontro foi “tornar mais claro o que é o bullying, quais as causas e como intervir”.

Sónia Seixas, professora e investigadora da Escola Superior de Educação de Santarém, apresentou diferentes estratégias para lidar com os alunos envolvidos em bullying. Deve ser dada atenção a estratégias que “possibilitem uma melhoria da auto-imagem e que melhorem as competências de amizade”. Aos alunos agressivos devem ser introduzidas estratégias de resolução de conflitos não agressivas e dada a “oportunidade de liderança”.

Alguns Estudos Nacionais

Envolvência

Segundo o estudo de Sónia Seixas, da E.S. Educação do Instituto Politécnico de Santarém, 42,2 por cento dos alunos envolvem-se em situações de bullying: 17,9 por cento são agressores, 17,2 são vítimas e 7,1 são vítimas–agressivas.

Apoio Social

De acordo com Susana Carvalhosa, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, as vítimas encontram o suporte social na família e professores e os agressores têm o apoio de amigos, colegas e família. Ambos têm pouco apoio dos colegas.

Perfis

Um estudo apresentado por Ana Tomás de Almeida, da Univ. do Minho, indica que as vítimas são vistas como medricas, tímidas e fracas, ao passo que o perfil dos agressores mostra-os como fortes, orgulhosos e populares entre os colegas.

Fonte: Correio da Manhã - 11.11.2007

Outras Notícias:

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Bullying fere metade dos alunos
publicado por Hugo Jorge às 07:00

07 Novembro 2007
Amamentar um bebé a leite materno tem inegáveis vantagens para a saúde da criança, como tem sido cientificamente comprovado ao longo dos tempos. Mas a amamentação é igualmente vantajosa no desenvolvimento intelectual da criança.

De acordo com um estudo desenvolvido pela Academia Nacional das Ciências do Reino Unido, conclui-se que as crianças com o gene FADS2, que são alimentadas com leite materno, podem atingir um quociente intelectual (QI) sete pontos mais elevado do que o daquelas que, possuindo o mesmo gene, não são alimentadas da mesma forma.

Segundo a explicação avançada por aquela academia, o gene em questão ajuda a reduzir os ácidos gordos da dieta alimentar, os quais estão directamente ligados ao desenvolvimento do cérebro. Para os investigadores, sete pontos no QI de uma criança em idade escolar é uma diferença suficiente para colocar a criança entre as três mais inteligentes da sua turma.

Cerca de 90% dos indivíduos possuem esta versão do gene. Investigadores do Instituto de Psiquiatria, do Kings College London, comprovaram tal, usando dados de dois anteriores estudos relativos a crianças amamentadas a leite materno, no Reino Unido e na Nova Zelândia, envolvendo mais de três mil indivíduos. O seu QI foi medido de várias formas, para crianças entre os cinco e os 13 anos, que estudavam.

Vários trabalhos anteriores sobre inteligência e amamentação chegaram a conclusões antagónicas. A partir daqui, desenvolveu-se uma discussão académica em torno do assunto, nomeadamente procurando saber se as mães que tinham atingido um maior grau académico nos seus estudos ou que possuíam um mais elevado nível cultural, estariam mais dispostas a amamentar, influenciando, desta forma, os resultados.

Um dos investigadores da Academia Nacional de Ciências britânica, o professor Terrie Moffitt, co-autor do estudo, revelou que as conclusões agora alcançadas dão uma nova perspectiva na argumentação, mostrando a intervenção de um mecanismo fisiológico, que diferencia a alimentação ao peito do leite administrado a crianças por biberão. "O argumento sobre a inteligência tem sido utilizado no último século, no debate entre natureza e nutrição", refere o mesmo cientista. "Contudo, conseguimos agora demonstrar que, de facto, a natureza trabalha através da nutrição para potenciar futuramente a saúde das crianças."

Desde que foram feitos os estudos utilizados nesta análise, a indústria de produtos lácteos começou a adicionar ácidos gordos ao leite, mas os resultados apurados foram inconsistentes.

Belinda Phipps, do National Childbirth Trust, comentou estes resultados, referindo que estes "mostram que a maioria dos pais pode influenciar positivamente o QI dos seus filhos, amamentando-os". Catherine Collins, uma dietista do St. George Hospital de Londres e da Associação Dietética Britânica, afirmou que a investigação salienta a interacção entre nutrição e genética.

Fonte: Diário de Notícias 7.11.2007

Recursos sobre amamentação:

Mama Mater - Associação para o Aleitamento Materno em Portugal


SOS Amamentação

Naturkinda Amamentação

Liga la Leche

Leite Materno
publicado por Hugo Jorge às 12:03

05 Novembro 2007
O efeito ocorre em sessões de cinco a dez minutos, mas é abonatório para a imagem dos videojogos: segundo um estudo da Universidade McGill, Montreal, os jogos reduzem o stress.
Os investigadores efectuaram o estudo com base num jogo simples, que dá pelo nome de MindHabits. No MindHabits, o jogador tem de descobrir um rosto sorridente por entre vários tristes ou carrancudos.

Os investigadores canadianos utilizaram o jogo como ferramenta de um estudo com vários operadores de call centers.

Durante uma semana, os operadores jogaram MindHabits no final do turno. Esta ligeira mudança de rotinas apresentou alterações surpreendentes: segundo os investigadores, no final da semana em análise, os operadores dos centros de atendimento fizeram mais vendas, mostraram maiores níveis de confiança ao telefone e, mais importante ainda, apresentaram uma redução de 17% na hormona responsável pelo stress (cortisol).

As revelações deste estudo foram publicadas no número de Outubro do Journal of Personality and Social Psychology da Associação de Psicologia Americana.

Fonte: Exame Informática
publicado por Hugo Jorge às 19:23

25 Outubro 2007
Dois artigos já publicados aqui, estão desde ontem disponíveis no portal Arca de Noé Viva Pets do Sapo.

Animais de estimação contribuem para o bem-estar

Laços Emocionais Que Estabelecemos Com Os Animais
publicado por Hugo Jorge às 15:39

21 Outubro 2007


Os animais de companhia proporcionam-nos muitas experiências positivas. Podem ser o nosso apoio quando nos sentimos tristes, mas também partilham a nossa alegria quando estamos contentes. Podem ser os nossos melhores amigos, os nossos “filhos”, uma extensão de nós mesmos (por exemplo, um cão guia ou de assistência, no caso de pessoas portadoras de deficiência) ou plenos membros da família.

Os laços emocionais que as pessoas estabelecem com os seus animais podem ser bastante profundos, uma vez que recebem destes algo que nem sempre recebem dos seus companheiros humanos: um amor incondicional, sem qualquer crítica ou julgamento.

Perder um animal de companhia, quer seja através da morte, desaparecimento ou outro tipo de separação involuntária, pode ser, para algumas pessoas, uma experiência de grande sofrimento. A profundidade dos sentimentos é muitas vezes inesperada, mas se pensarmos na amizade que se perde, os sentimentos de luto não são surpreendentes.

A vida, outrora preenchida com o amor e amizade do animal de companhia, pode inesperadamente parecer muito vazia.

A solidão e o isolamento, inerentes a este luto, podem aumentar devido à incompreensão dos outros. Desta forma muitas pessoas inibem-se de mostrar os seus sentimentos aquando da morte do seu animal de estimação com receio que possam ser ridicularizadas.

Actualmente, existe uma tendência crescente para aceitar e compreender os laços emocionais que as pessoas criam com os seus animais, assim como para disponibilizar apoio psicológico quando este mesmo laço emocional é quebrado.

Gostou de ler este artigo?
Sinta-se à vontade para partilhar a sua experiência. Envie-me um e-mail
publicado por Hugo Jorge às 15:36

18 Outubro 2007
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) com mais animais de estimação. A taxa portuguesa encontra-se entre as mais elevadas da Europa, já que em cerca de 3,5 milhões de agregados familiares existe um animal doméstico.

Em cerca de 40% destes lares portugueses há um cão e em 20% um gato.

Leia o artigo anteriormente publicado neste blog sobre a Interacção Humanos-Animais e descubra os benefícios de ter um animal de companhia.
publicado por Hugo Jorge às 15:35

16 Outubro 2007
Tu e eu temos um relacionamento a que dou valor e quero manter.

No entanto, cada um de nós é uma pessoa, diferente, com necessidades únicas e com o direito de satisfazer essas necessidades. Quando estiveres com dificuldade em satisfazer as tuas necessidades, eu tentarei ouvir-te e aceitar-te verdadeiramente para facilitar o encontrares as tuas próprias soluções, em vez de dependeres das minhas.

Eu também respeitarei o direito de escolheres as tuas próprias crenças e desenvolveres os teus próprios valores, ainda que diferentes dos meus.

No entanto, quando o teu comportamento interferir com aquilo que eu preciso de fazer para satisfazer as minhas próprias necessidades, eu dir-te-ei aberta e honestamente, como ele me afecta, confiando que respeites as minhas necessidades e sentimentos o suficiente para tentar mudar esse comportamento inaceitável para mim.

Também espero que, sempre que o meu comportamento for inaceitável para ti, mo digas aberta e honestamente, para que assim eu o tente mudar. Nessa altura, quando descobrirmos que nenhum de nós consegue mudar para satisfazer as necessidades do outro, vamos reconhecer que temos um conflito e comprometer-nos a resolvê-lo sem que nenhum de nós recorra ao uso do poder ou autoridade para ganhar á custa do outro perder.
Eu respeito as tuas necessidades mas também preciso de respeitar as minhas. Por isso, vamos sempre esforçar-nos por encontrar uma solução que seja aceitável para nós os dois.

As tuas necessidades serão satisfeitas, e as minhas também - nenhum de nós perderá - ambos ganharemo
s. Desta maneira, tu podes continuar a desenvolver-te como pessoa, através da satisfação das tuas necessidades, e eu também.

Assim, o nosso relacionamento pode ser saudável, e nele ambos nos podemos empenhar para nos tornarmos naquilo que somos capazes de ser. Poderemos, assim, continuar o nosso relacionamento no respeito mútuo, com amor e paz.
publicado por Hugo Jorge às 15:34

10 Outubro 2007
É científico. Um estudo da universidade norte-americana do Indiana revela que cerca de 61% das mulheres determina as potencialidades de futuro num relacionamento logo no primeiro beijo. A mesma investigação, conduzida por uma equipa de psicólogos, concluí que o ser humano continua a reagir como na pré-história no momento de escolher o seu parceiro. As mulheres têm como prioridade a segurança. Os homens a beleza física.

Dedicação e empenho é tudo o que se pede na primeira abordagem. Isto tendo em conta que as estatísticas vem confirmar aquilo que as mulheres há muito já anunciavam: o primeiro beijo vale tudo! Beleza física parece não ser assim tão determinante para o sexo feminino, mas o beijo, esse sim, revela tudo sobre o parceiro.

E segundo a Universidade do Indiana, as mulheres dão-lhe tanta importância que um mau primeiro beijo pode, se traduzido em palavras, ter o significado de um "adeusinho, até nunca mais". E esta parece ser uma daquelas situações em que para 61% do público feminino, não há mesmo segundas oportunidades.

Ler notícia completa

Fonte: Expresso
publicado por Hugo Jorge às 15:33
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04 Outubro 2007
Benefícios

Os estudos mais recentes têm demonstrado que existem vários benefícios dos animais de companhia no desenvolvimento psicológico, social e na qualidade de vida das pessoas. Verificaram-se níveis de solidão, depressão e ansiedade mais baixos em pessoas que possuíam animais de companhia.

Um dos problemas mais comuns nos dias de hoje é o stress. A interacção com animais de companhia pode, de facto, contribuir para a redução dos níveis de stress, proporcionando um suporte emocional a muitas pessoas. Acrescenta-se, ainda, o papel de facilitadores sociais e de integração de crianças, idosos e pessoas portadoras de deficiência.

Estes são apenas alguns resultados encontrados nas centenas de estudos que já foram realizados por psicólogos, psiquiatras e médicos. Contudo, é importante referir que estes benefícios surgem apenas em pessoas que gostam e estabelecem uma ligação emocional próxima com animais.

Crianças

Há cada vez mais certeza de que a existência de um animal de companhia na vida das crianças lhes proporciona um desenvolvimento mais harmonioso, quer psicológica, quer socialmente. As crianças que possuem cães ou gatos em casa e que interagem com estes apresentam uma maior descentração pessoal e um comportamento mais pró social. Para além da facilitação e integração social, a interacção com animais de companhia contribui positivamente para a auto-estima e sentido de responsabilidade.

Os animais de companhia são verdadeiros promotores da qualidade de vida das crianças, uma vez que facilitam a exploração do mundo e ajudam na construção da sua independência. Muitas crianças encaram os seus animais de companhia como parceiros de brincadeiras, aventuras e como os seus fiéis protectores. Esta visão vai mudando com o tempo, passando os animais de companhia a serem os mais íntimos confidentes e fonte de suporte emocional. Independentemente da idade, a maioria das crianças encara os animais como um amigo especial e como membro da família.

Idosos

A solidão e o isolamento social são outros problemas que têm vindo a crescer na nossa sociedade. Basta pensar na quantidade de idosos que vivem sozinhos nas cidades e aldeias do nosso país. Muitos deles possuem pouco ou nenhum suporte social. Um grande número tem um cão ou um gato. Os animais tornam-se fiéis companheiros, dando maior alegria e um sentido a uma existência que nem sempre é colorida.

Alguns estudos indicam que a qualidade de vida do idoso aumenta, assim como a sua longevidade. A inserção de animais de companhia em lares tem proporcionado oportunidades para os idosos conversarem, recordarem outros tempos, assim como para a sua estimulação sensorial.
publicado por Hugo Jorge às 15:26

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