Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

01 Dezembro 2009

Sem preservativo, é com a SIDA que fazes amor. Protege-te!

(Campanha Francesa)

 

A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.

 

O VIH é um vírus bastante poderoso que, ao entrar no organismo, dirige-se ao sistema sanguíneo, onde começa de imediato a replicar-se, atacando o sistema imunológico, destruindo as células defensoras do organismo e deixando a pessoa infectada (seropositiva), mais debilitada e sensível a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas que são provocadas por micróbios e que não afectam as pessoas cujo sistema imunológico funciona convenientemente. Também podem surgir alguns tipos de tumores (cancros).

 

Mais informações na página da Roche

 

publicado por Hugo Jorge às 19:07

15 Fevereiro 2009

Ontem assinalou-se o Dia Europeu da Disfunção Sexual. Parece que a clientela feminina é cada vez maior nas sex-shops lisboetas. Ver notícia completa aqui

 

Saiba mais sobre disfunções sexuais masculinas e femininas

 

Recebi um e-mail da colega Helga Costa que está a realizar um estudo sobre Motivações para a Actividade Sexual. Ela tem um questionário on-line. Peço a vossa participação.

publicado por Hugo Jorge às 08:58

12 Dezembro 2008

 

Desculpem a falta de actualização. Embora mais distante, sempre presente.

 

Alguns destaques:

 

Psicólogos e psiquiatras da PSP não chegam para as encomendas.

 

E parece que chegou a hora dos psicólogos, segundo António de Almeida

 

E o que fazer quando falta o desejo. A sexualidade das mulheres... e dos homens.

publicado por Hugo Jorge às 10:08

06 Abril 2008


Linhas de ajuda na área da saúde

    * Linha Intoxicações - 808250143
    * Linha Mulher - 800201805
    * Saúde 24 (até aos 14 anos de idade) - 808242400
    * Linha da Fundação Portuguesa de Cardiologia - 800202090
    * Linha SOS - Deixar de Fumar - 808208888
    * Linha Saúde Pública- 808211311
    * Linha Infarmed sobre Medicamentos - 800222444
    * Linha Farma 24 H - 808262728
    * Linha Azul "Gastro" - 808206040

Linhas de ajuda na área do VIH/SIDA

    * Linha SIDA - 800266666
    * Linha SOS SIDA - 800201040
    * Abraço - 800225115
    *  Associação de Apoio a Crianças Infectadas pelo Vírus da Sida e suas Famílias (SOL) - 213972632
    * Comissão Nacional de Luta Contra a SIDA -217210360
    * Centro de Documentação e Informação da C.N.L.C.S. - 217270300
    * Fundação Portuguesa A Comunidade Contra a Sida - 213540000
    * Centro de Rastreio Anónimo da Lapa
      (teste gratuíto) - 213930151
    * Centro de Testes Voluntários, Confidenciais e Anónimos - (teste gratuíto) - 213031427
      Linha Urgência Espaço T
    * Apoio à Integração Social e Comunitária (Sem abrigo, ex-reclusos, desempregados, deficientes, seropositivos, toxicodependência)Porto - 228306651

Linhas de ajuda na área da toxicodependência

    * Linha Vida - 1414
    * Linha Vida - 800255255
    * Linha Narcóticos Anónimos - 800202013
    * Linha Alcoólicos Anónimos - 217162969
    * Linha Plátano - 808200082

Linhas de ajuda na área do comportamento alimentar

    * Consulta de Comportamento Alimentar do Hospital de Santa Maria - 217805000
    * Consulta de Comportamento Alimentar dos Hospitais de Coimbra - 239402901
    * Consulta de Comportamento Alimentar do Hospital de São João no Porto - 225512100
    * Consulta de Pedo-Psiquiatria do Hospital de Crianças Maria Pia no Porto - 226089900
    * Consulta de Comportamento Alimentar do Hospital de S. Marcos em Braga - 253209000
    * Associação dos Famíliares e Amigos de Anorécticos e Bulímicos - 222000042

Linhas de ajuda na área da sexualidade

    * Sexualidade em Linha - 808222003
    * Sexualidade em Atendimento - 222001798
    *  Dificuldades Sexuais - 808206206
    * Sexualidade Segura (apoio mecânico) - 800202120
    * Centro Aparece - 213932477
    * Aparece às Sextas - 213857486
    * Quartas Feiras Jovens Lisboa - 213888901
    * Quartas Feiras Jovens Algarve - 967909396
    * Associação Ilga - Portugal (apoio à homossexualidade)- 218876116
    * DROP - IN (apoio à prostituição) - 218853249
    * Linha Informar Famílias - 218441399
    * Linha da Menopausa - 800201805
    * Apoio a Doenças Sexualmente Transmissíveis
      Centro de Saúde da Lapa - 213957973

Linhas de Ajuda a apoio a grávidas

    * Linha SOS Grávida
      Lisboa – 213862020
      Dias úteis, das 10 às 17 horas;
    * Linha SOS Grávida
      808201139
      Dias úteis, das 10 às 18:00 horas;
      Maternidade Dr. Alfredo da Costa
      213184000
    *  Linha SOS Adolescentes
      Apoio a mães adolescentes
      Maternidade Bissaia Barreto
      800202484
    * Linha Maternidade Bissaya Barreto
      Coimbra – 800202484
      Linha de Amamentação
      213965650 - 24 horas
    * Simeg – Serviço de Informação sobre Medicamentos e Gravidez - 800202844

Outras Linhas

    * Linha SOS Palavra Amiga
      Viseu – 232424282
      Todos os dias, das 21:00 à 01:00;
    * Linha SOS Voz Amiga
      Lisboa – 213544545
      Todos os dias, das 16:00 às 07:00;
    * Linha Telefone Amigo
      Coimbra – 239721010
      Todos os dias, das 17:00 à 01:00;
    * Linha Telefone Amizade
      800205535
      Porto – 22823535
      De segunda a quinta, das 16:00 à 01:00;
      Sexta e Sábado, das 19:00 às 21:00;
    * Apoio à Violência
      Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
      Apoio Emocional - 707200077
      Porto - 225502957
      Lisboa – 218884732
      Coimbra - 239702363
      Faro - 289803701
    * Linha de Emergência Social - 144
    * Apoio a Mulheres Maltratadas
      Linha SOS Mulher
      Coimbra – 239406300
      Segunda a sexta, das 14:00 às 18:00 horas;
      Terça e quinta, das 10:30 às 12:30 horas;
      Açores - 808200175
      Dias úteis, das 9:30 às 17:30;
    * Linha Solidariedade Mulher
      808202710
      Segunda, quarta e sexta, das 13:00 às 17:00;
    * Serviço de Informação às Mulheres Vítimas de Violência
      Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres - 800202148
      Dias úteis, das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30;
    * Apoio à deficiência
      Linha Cidadão/ Deficiência
      217959545
      Dias úteis, das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:00;

30 Março 2008


Sinopse


Por que motivo o sexo falha entre casais que se dizem amar eternamente após o casamento? A cumplicidade, intimidade, companheirismo e relação a dois fortalece-se com a união mas o desejo e o erotismo desvanecem-se com o matrimónio. Esta é a conclusão de Esther Perel, psicoterapeuta com vinte anos de experiência clínica de acompanhamento de casais que vai mais longe e afirma que as rupturas muitas vezes motivadoras de divórcios são causadas pelo aparecimento dos filhos, sendo a prática sexual prejudicada quando há crianças. O tema fulcral do seu livro é o amor e o desejo no casamento e tem como objectivo provocar a discussão, falando do que todos fazem e pensam mas não dizem, ajudando o leitor a ponderar no considerado “emocional e sexualmente correcto” e, como diz a autora, convidar o leitor a colocar de novo o “X” no sexo. Todos os temas abordados no livro são suportados por relatos de casos reais, (casais dos trinta aos sessenta anos que têm um casamento com amor mas com uma ausência ou défice de relações sexuais), casos estes reveladores dos problemas que os casais enfrentam hoje em dia, tanto na Europa como nos Estados Unidos. Parece um contra-senso mas as novas gerações têm a líbido menos activa e estão menos predispostas a abdicarem da sua individualidade e vida ligada ao materialismo e esquecem-se da parte afectivo/física. Através da análise do problema de cada casal, a autora apresenta uma solução que consiste numa nova abordagem bem fundamentada, lógica, sensata e tolerante. O seu livro está traduzido em 15 países e foi considerado pela Publishers Weekly como oferecendo aos casais modernos “uma única e rica experiência».

Fonte: Webbom

27 Março 2008


Porto, 27 Mar (Lusa) - O sexólogo Júlio Machado Vaz disse hoje à Lusa que "todos deviam ter ido há dez anos a Fátima agradecer a invenção do Viagra" pela verdadeira revolução que provocou".

No entanto, o sexólogo alertou para os riscos da sua utilização indevida.

"Foi quase miraculoso", afirmou, sublinhando o "avanço brutal" que o Viagra provocou nas terapias sexuais, "quando tomado por indicação médica e sempre com acompanhamento devido".

No dia em que o mundo farmacêutico comemora o décimo aniversário da invenção do medicamento que mudou os hábitos sexuais do planeta, Júlio Machado Vaz sublinha que "aquilo de que se fala hoje em dia já não é o mesmo Viagra".

"Hoje utiliza-se um grupo de drogas muito mais aperfeiçoado, com menos efeitos colaterais", sustentou.

Machado Vaz é adepto da utilização do "comprimido azul" em situações de disfunção eréctil biológica, mas levanta sérias reticências no que toca ao seu uso como "bengala" psicológica em momentos em que um homem se sinta mais inseguro face, por exemplo, a um primeiro encontro.

"Trata-se de um medicamento de extraordinária importância quando usado por indicação médica. Às vezes é receitado como forma de diminuir receios. Sou contra isso", sublinhou.

"Evidentemente que em homens mais velhos, face a situações em que a resposta possa já ser mais periclitante, sim, mas sempre por indicação médica", acrescentou.

Enquanto psiquiatra, Machado Vaz frisou que "fora de indicações médicas precisas, ao tentar atalhar dificuldades psicológicas com este remédio, para aumentar a confiança pessoal, está-se a comprometer um processo terapêutico que não deveria incluir drogas".

"Uma das grandes vantagens do Viagra é, claramente, em termos de ciclos de vida, proporcionar um envelhecimento com melhor qualidade de vida em termos eróticos. Só isso já é uma mais-valia imensa", frisou.

O sexólogo referiu ainda a importância do "comprimido azul" para ultrapassar a impotência provocada por doenças crónicas como a diabetes.

Face ao sucesso do medicamento, a indústria farmacêutica procura agora o "Viagra feminino", mas Júlio Machado Vaz tem muitas dúvidas quanto ao sucesso desta busca.

"Uma coisa é conseguir resolver um problema biológico como a disfunção eréctil. Outra é entrar no complexo universo do prazer sexual feminino. O Viagra em si nada tem a ver com o prazer", disse.

Fonte: RTP

14 Dezembro 2007
O estudo "Sexualidade, depressão e ansiedade em doentes reumatológicos” revela que 54,5% das mulheres com vida sexual activa considera que a sua doença limita bastante a sexualidade. Estes são alguns dos resultados preliminares do Instituto Português de Reumatologia (IPR) apresentados hoje nas XV Jornadas Internacionais do instituto.

O estudo teve início em Setembro de 2007, já envolveu 50 doentes (a idade média das participantes é de 58,7 anos e a maioria é casada (60%) e 44% tem vida sexual activa) e a versão final deverá somar 300 pessoas. Os níveis de ansiedade revelaram diferenças significativas dependendo do estado civil das mulheres. As pessoas casadas revelaram níveis de ansiedade mais elevados que as pessoas que não são casadas.

"Se por um lado o cônjuge pode dar apoio à doente, pode também exigir mais, por não entender completamente o impacto que as doenças reumáticas podem ter na vida de um doente, e por isso dar origem a maiores níveis de ansiedade", explica, em comunicado enviado, um dos autores do estudo e director clínico adjunto do IPR, Luís Cunha Miranda. Não foram encontradas diferenças significativas nos níveis de ansiedade e depressão entre as pessoas com e sem vida sexual activa. “Verificou-se que, quanto mais alto o nível de satisfação sexual e de auto-estima, mais baixos eram os níveis de depressão e de ansiedade. Relativamente à satisfação com o relacionamento geral, não existe correlação estatisticamente significativa com os níveis de depressão e de ansiedade”, acrescenta o documento.

No âmbito deste projecto que quer avaliar a sexualidade na doença crónica conclui-se ainda que “há dois grandes grupos que dividem os resultados, enquanto 30,4% refere que a sexualidade é 'Pouco Importante', outra maioria de 30,4% refere que a sexualidade é 'Muito Importante'”.

Fonte: Público - 13.12.2007

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