Hugo Jorge - Psicologia & Counselling - Portugal, Australia, Moçambique
Formado em Psicologia. Life Coaching. Ludoterapia. Counselling. NOVA PAGINA www.hugojorge.com

13 Fevereiro 2011

Se nos agarramos às nossas expectativas, vamos passar ao lado do que está a acontecer. É um momento único na vida. Cada instante é um momento único na vida. Não passem ao lado, não apenas esta semana mas a cada instante.

Amy Hollowell

 

P.S. Não é uma frase nova neste blog, mas sinto que é sempre intemporal e cada vez que a leio novas leituras surgem. Uma boa semana para todos, única.

publicado por Hugo Jorge às 17:24

09 Setembro 2009

"Aprenda a ouvir pois as coisas falam por si mesmas"

 

Basho - poeta japonês do século XVII

publicado por Hugo Jorge às 04:25

04 Setembro 2009

Hoje à tarde, sentado numa esplanada com vista para o pôr do sol na baía de Maputo, acabei de ler este livro.

 

Maezumi Roshi é inspirador e exorta-nos a viver a viver a vida de uma forma completa e rica.

 

" Niguém pode viver a tua vida excepto tu. Niguém pode viver a minha vida excepto eu. Tu és responsável. Eu sou responsável."

 

E tu?

 

E continua "Não conseguimos ver que a nossa vida aqui, neste preciso momento, é nirvana. Provávelmente pensamos que nirvana é um local onde não existem problemas e desilusões. Pensamos que nirvana é um lugar muito belo, algo inatingível. Sempre pensamos que nirvana é algo muito diferente da nossa vida. Mas o que precisamos de entender é que é aqui mesmo, agora mesmo."

 

A eterna inquietação e insatisfação (estou além) cantada muito bem por José Mário Branco e António Variações.

 

Muito do sofrimento com que me deparo no consultório, através das histórias pessoais de cada indivíduo que procura ajuda junto de mim, resultam deste constante sentimento de insatisfação. Como se nada nunca estivesse totalmente certo. Como se sempre houvesse algo por preencher. Algo que falta. Alguém que falta. O trabalho certo. A pessoa certa. O local certo.

 

E se tudo que o que precisamos está aqui mesmo, agora mesmo. Nada em falta. 

 

Faz sentido?

 

Bom, apenas uma sugestão de leitura. 

 

Desejo-vos um bom fim de semana e apreciem a vossa vida.

publicado por Hugo Jorge às 18:01
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07 Maio 2009

Devemos agradecer a todas as circuntâncias e pessoas que nos põem à prova, que nos restringem, pois sem elas não há prática nem oportunidade de nos transformar.

 

Sensei Wendy Egyoku Nakao

 


 

 

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publicado por Hugo Jorge às 07:26
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23 Fevereiro 2009

Arthur Rosenfeld, um dos participantes do site Intent, fala no seu mais recente texto sobre como sobreviver a momentos difíceis.

 

1. Religue-se à sua prática espiritual/religiosa favorita.

 

2. Tire umas férias, o dia ou desapareça durantes umas horas.

 

3. Faça uma lista mental dos amigos e familiares que o/a podem apoiar emocional.

 

4. Pratique um exercício aeróbico.

 

5. Inicie um programa corpo/mente.

 

6. Descubra um bom livro.

 

7. Comece um projecto criativo.

 

8. Revisite um local do passado ou marque um encontro com um amigo que não faz tempo.

 

9. Preste atenção ao que come.

 

Descubra mais sobre Arthur Rosenfeld e leia o artigo completo aqui

publicado por Hugo Jorge às 08:05

20 Fevereiro 2009

A partir de hoje estou também on-line no Sapo Moçambique.

 

O portal Sapo Moçambique foi inaugurado hoje em Maputo e aproveitando este novo serviço criei um blog-irmão para melhor comunicar com o público moçambicano.

 

 

No seu dia é natural que, por vezes, se sinta ansioso com uma avaliação ou com uma nova experiência que vai ter, desgastado com uma situação no trabalho, abatido com a perda de alguém significativo ou sem forças para lidar com um problema na sua relação.

 

O dia-a-dia é feito de desafios, os quais se podem tornar em problemas e consumir parte da sua energia.

 

A este propósito, trago sempre comigo uma frase da Sensei Wendy Egyoku Nakao:

 

"Devemos agradecer a todas as circunstâncias e pessoas que nos põem à prova, que nos restringem, pois sem elas não há prática nem oportunidade de nos transformar. "

 

Acompanhe este blog e:

 

● Descubra estratégias para lidar eficazmente com os desafios que enfrenta na sua vida diária

 

● Saiba como energizar as suas relações com amor e alegria


● Leia sobre os melhores modelos teóricos e as ferramentas práticas de desenvolvimento pessoal e melhore a sua vida imediatamente 

 

● Aprenda a desfazer nós emocionais e bloqueios

 

● Quebre as barreiras mentais que o/a impedem de ter sucesso


● Aconselhe-se com um reconhecido e experiente psicólogo

 

 

Conto com a sua presença!

 

Hugo Jorge

 

Portugal

http://hugo-jorge.blogs.sapo.pt/

 

Moçambique

http://hugo-jorge.blogs.sapo.mz/

 

publicado por Hugo Jorge às 14:06

13 Fevereiro 2009

O aspecto esencial não é tentar escapar da sua vida mas enfrentá-la - precisa e completamente, indo além da discussão se a sua situação ou boa ou má, certa ou errada.

 

Apenas tem de fazer isto.

 

Dainin Katagiri Roshi

 

publicado por Hugo Jorge às 12:56

15 Setembro 2008

Hoje de manhã bem cedo fui despedir-me da Ana. Partiu pelas 6h00 em direcção a Maputo e apenas chegará a Barcelona pelas 11h30 de amanhã.

 

A Ana é uma médica catalã que esteve com os Medicus Mundi Catalunya durante quatro meses a trabalhar na área da saúde na província de Gaza. 

 

Depois de uma despedida emocionalmente forte, cheguei a casa e decidi dar vida ao blog  [desculpem a falta de novidades] e coloquei o seguinte texto no blog. Mas só durante a tarde percebi a ligação entre a partida da Ana e o que diz o texto.  Espero que gostem.

 

Onde é a minha casa? É um bom princípio para qualquer um de nós. Na realidade, é o princípio, quando nos damos conta que falta alguma coisa. Não sabemos o quê. É um mistério. Contudo temos esta sensação, há uma espécie de acordar para o que poderíamos chamar espiritualidade, ou apenas consciencialização, e começamos à procura do que falta, sem mesmo saber o que é. A mente desperta está sempre a enviar-nos uma espécie de sinal. A mente desperta, ou o que quer que lhe queiramos chamar, está sempre a tentar emergir, a chamar-nos de volta a casa. Alguém disse que o nosso único mal, são as saudades, e que temos saudades porque não estamos em casa; e contudo, claro, seja onde for que estejamos, estamos em casa. Mas não o sentimos; sentimo-nos alienados da nossa própria casa e de nós mesmos. Penso que uma das coisas que sempre procuramos, é perceber como estar em casa seja onde for que estejamos, como estar em casa no nosso próprio corpo, como estar em casa em nós mesmos. É como um instinto “caseiro”. Somos como o pombo-correio que parece sempre ter este extraordinária habilidade de saber como encontrar o caminho para casa.

 

Do livro Big Mind, Big Heart, de Genpo Roshi, tradução de Margarida Cardoso


25 Janeiro 2008


A impermanência e a natureza transitória da vida são encaradas habitualmente como negativas, algo que nos inspira temor e resistência; mas é precisamente porque tudo está a nascer e morrer continuamente que já estás livre.

Mesmo que queiras estar apegado e preso, tal não é possível. Mesmo que tentes agarrar-te à forma como as coisas são e àquilo que possuis, não podes fazê-lo. Não é maravilhoso?

Tudo parte a seu tempo; estás livre de todas as coisas, quer o queiras quer não. A maior parte das pessoas temem a perda daquilo a que têm amor e apego mas na verdade a perda traz mais liberdade.

Genpo Roshi


21 Janeiro 2008
Há uma palavra simples para descrever o objectivo de todos estes sonhos ou aspirações. São todos caminhos, em última análise, para conseguir ser feliz.

Alguns de nós vão conseguir aquilo que querem, outros não. A questão mais interessante é: porque é que as pessoas que conseguem aquilo que querem quase nunca ficam tão felizes como esperavam, enquanto as pessoas que falham os seus sonhos quase nunca ficam tão tristes como temiam? Algumas experiências sistemáticas mostram que ao mesmo tempo que sustentamos fortemente os nossos sonhos e que tememos recuos, somos fracos a julgar o que nos fará felizes ou infelizes.

Daniel Gilbert, psicólogo de Harvard, tem dedicado todo o seu trabalho a tentar perceber por que é que as pessoas se enganam nas previsões do que as fará felizes, mas também por que é que insistem nos mesmos erros uma e outra vez.

Gilbert defende que o fenómeno tem muito em comum com a forma como os pais se relacionam com os seus filhos. Depois de décadas de esforço e sacrifício, os pais ficam chocados quando as crianças dizem: "O que é que vos faz pensar que fazer tudo isto me fará feliz?" Da mesma forma, o especialista argumentou em diversos estudos e no seu livro de 2006, Tropeçar na Felicidade (editora Estrela Polar), que a pessoa que seremos no futuro terá dificuldades em perceber as escolhas e decisões que tomou hoje.

A 31 de Dezembro, o seu estudo sugere que a pessoa ingrata que seremos no futuro provavelmente nunca perguntará: "O que é que o fez pensar que eu seria mais feliz se fosse mais rico/magro/casado/divorciado/empregado/reformado?"

O psicólogo de Harvard afirma que a nossa incapacidade para fazer previsões correctas sobre aquilo que nos fará feliz deriva de um processo com o qual as pessoas estão mais ou menos familiarizadas - a nossa mente está desenhada para ver o mundo como ele é agora, em vez de tentar ver o tipo de pessoa em que nos tornaremos. Perceber isto não fará as pessoas mais felizes, mas talvez as ajude a perceberem-se melhor a elas próprias e às suas escolhas.

Regra 1
Querer tudo ao mesmo tempo é mau, excepto quando não é

Dividir as coisas boas ao longo do tempo é uma das regras intuitivas que as pessoas seguem e na qual vêem sentido. Se tiver 100 unidades de felicidade para um ano inteiro, não faz sentido gastá-las todas num só dia e viver miseravelmente os outros 364 dias. Esta ideia foi comprovada em algumas experiências, onde se mostrou que, por exemplo, dois presentes de 50 euros fazem as pessoas mais felizes do que apenas um de 100.
"O primeiro milhão que uma pessoa ganha tem mais significado do que o segundo", disse Carey K. Morewedge, investigador de Ciências Sociais e da Decisão na Universidade Carnegie Mellon. "Depois de um determinado ponto, você torna-se insensível a ganhos do mesmo tamanho", acrescentou.

No entanto, num artigo publicado no Journal of Experimental Psychology, Morewedge mostrou que a intuição falha quando os bens em questão são demasiado pequenos. É comum as pessoas irem duas vezes a restaurantes de preços moderados em vez de optarem por um verdadeiramente bom, mas acabam por perceber que nenhuma das refeições as satisfaz.

Há uma quantidade mínima de prazer, por outras palavras, que deve ser tida em conta antes de se sentir qualquer tipo de satisfação. Pessoas diferentes têm distintos pontos de partida, mas dividir os prazeres abaixo desse ponto inicial resultará em menos felicidade, nunca mais.

A descoberta tem especial importância para os nutricionistas, que serão agora capazes de explicar por que é que algumas pessoas abandonam as suas dietas. Partir duas bolachas em quartos e comer um pedaço de cada vez ao longo de oito dias é um comportamento que provavelmente não produzirá nenhum tipo de felicidade. O melhor é comer as duas bolachas de uma só vez e, depois, esperar uma semana antes de comer mais duas.

Regra 2
A felicidade vem muitas vezes daquilo que desconhece

No geral, as pessoas não gostam da incerteza e esforçam-se por afastá-la das suas vidas.
Mas numa série de experiências publicadas em 2005 no Journal of Personality and Social Psychology, Gilbert e os seus colegas mostraram que as pessoas que recebem presentes sem razão aparente se sentem mais felizes do que aquelas que recebem presentes idênticos por razões claras. Os participantes também referiram sentir mais prazer quando têm um elogio por parte de um desconhecido do que por parte de alguém que sabem quem é.

"Quando não temos certezas sobre a natureza, causa ou significado de um acontecimento, isso amplifica as consequências emocionais desse mesmo acontecimento", explicou Gilbert em entrevista. "Quando não percebe por que é que uma coisa má aconteceu, ainda é pior. Quando não percebe por que é que uma coisa boa aconteceu, é melhor." Enquanto a incerteza sobre coisas negativas e perigosas é desagradável, os psicólogos defendem que as pessoas insistem em aplicar de forma insensata este mesmo princípio às coisas positivas. Como pode alguém aplicar esta ideia às suas vidas? Se souber que uma comédia romântica termina com um final feliz, escreveu Gilbert num estudo, considere sair da sala antes de o filme acabar.

Regra 3
Manter as suas opções em aberto não o fará necessariamente mais feliz

Quando é dado a escolher, as pessoas preferem manter as suas opções abertas. Quando os investigadores perguntaram aos participantes se preferiam levar um "poster" para casa que teriam de manter ou um que pudessem mudar mais tarde, a maioria das pessoas preferiu esta última opção. Ainda assim, foram as pessoas que fizeram a escolha irrevogável que acabaram por ficar mais felizes com os seus "posters".

Gilbert disse que a descoberta lhe deu vontade de ir para casa e pedir a sua companheira em casamento: "Sempre pensei que o amor levava ao casamento, mas a minha namorada disse que o casamento é que levava ao amor." E acrescentou: "Quando uma pessoa se encontra numa situação da qual não pode sair, encontra sempre formas de ser feliz.. Amo mais a minha mulher do que amei a minha namorada e são a mesma pessoa."

Regra 4
As coisas que teme não são tão más quanto possa pensar

O psicólogo Daniel Gilbert sublinhou que várias experiências demonstraram que as pessoas sobrestimam quão infelizes ficarão depois de um evento trágico, o que faz com que evitem arriscar ao longo da vida.

Dividido entre as escolhas da vida? Os resultados das experiências sugerem que a pior opção é sempre a indecisão - não importa a escolha que as pessoas fazem, é mais provável que se sintam bem com as consequências das suas acções do que se estiverem na defensiva.

Porque é que sistematicamente falhamos nas previsões de como seremos felizes ou infelizes? Por alguma razão, prever o futuro é inerentemente difícil. Mas, mesmo quando sabemos o que vai acontecer, baseamos as nossas estimativas de felicidade futura na pessoa que somos hoje. Assim, falhamos por não percebermos que seremos diferentes amanhã, mas também por não vermos que as coisas que procuramos mudarão aquilo que somos.

Quando tentamos explicar um mistério agradável ou evitar riscos que nos podem trazer amargura, procuramos desesperadamente algum símbolo de sucesso. O que não conseguimos dar valor por antecipação é como vamos absorvê-los com rapidez e seguir em frente.

"Desde sempre as pessoas tiveram sede de informação sobre o seu futuro, confiantes que, se soubessem o seu destino, também saberiam as suas fortunas. Mas conhecer o futuro não é o mesmo que saber quanto gostará uma pessoa dele quando lá chegar", diz Gilbert.

Exclusivo PÚBLICO/The Washington Post
www.publico.pt
publicado por Hugo Jorge às 09:46

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